Museu Virtual · protótipo
Museu Interativo
RConstantini
70 obras · 41 salas
da lucidez à loucura
da depressão à euforia
do figurativo ao abstrato
planta baixa
♪
loucura
lucidez
euforia
depressão
Há uma tarde plantada No quintal da minha casa, Como se tardes se plantassem.
Paisagens · Brisa da Noite, 1989
Que tardes não pensam, Acontecem.
Paisagens · Brisa da Noite, 1989
Eu colho mágoas, Maria, Como alguém colhe flores Pelo caminho do campo.
Natureza Morta · Rosa Amarela, Poética, 1988
Mágoas coloridas que eu penduro Na parede amarelada Do meu quarto de dormir.
Natureza Morta · Rosa Amarela, Poética, 1988
Tu foste, Maria, O poema, A praça do meu sorriso.
Mulheres · Brisa da Noite, 1989
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
32
33
34
35
36
37
38
39
40
41
onde o vaso guarda o sol
onde a cor pousa em cinza
onde o vaso aprende a respirar
o centro que não se mostra
verde que te quiero verde
a mesa que espera
o espelho lilás dos gestos
o rosto como pergunta
a casa expandida ao ar livre
a confiança de estar sendo vista
onde a flor e a figura dividem a mesa
o peso de estar juntas
a paixão em dois dias
onde não há caminho
o mar como descanso
a carne que não se completa
a música que não se ouve
o que ficou entre nós e o horizonte
a pedra que reza
a carne e a pétala
onde a queda ainda floresce
onde o jardim não obedece
onde o rosto se despede
o que resta quando não se fala
rostos que o sal devora
o chão que ainda não se decidiu
a contenção que não segura
o brinde que ninguém ergue
o corpo antes do nome
a festa que insiste em ficar
onde o horizonte se dissolve
onde o chão ainda não decidiu
onde a matéria esquece seu nome
onde a maré pode levar
o que o vaso não segura
a janela que não fecha
onde a flor ensaia o peso da fuga
o que escapa do arranjo
onde a raiz se recusa
o sagrado entre paredes que não se abrem
o pintor que se apaga